
Dia 24 de Setembro, pelas 23:30h, Os Tornados - depois de uma ausência de 3 anos nos palcos lisboetas – apresentam, no Musicbox, o seu recente EP, "Dinamite!"
“Os Tornados têm uma geopolítica muito lá de casa: são uns desalinhados que calcorreiam o país da música a olhar para o carreiro, a ver o que vai passando.
A estratégia – se a é – pode parecer agrilhoá-los, mas o certo é que o resultado denota uma admirável liberdade, consciente, deliberada e expansiva, que lhes confere uma personalidade pouco comum nos constantes regressos ao futuro. Twist do contrabando, o álbum de apresentação, revelou a capacidade que Os Tornados têm em fazer renascer o rock n’ roll estival dos idos de 1950 e 1960, sem a complacência das revisitas. Indulgências são dadas aos fracos – eis legisladores das canções! Eis dominadores do saber! Eis os descontraídos e os independentes! Que se faça saber por meio desta circular. E que se conheça sob a égide de"Dinamite!", EP explosivo – mas fresco – destes portuenses que andam a espalhar o perfume da fruta pelos palcos.” ©Musicbox
| Reviews EP "Dinamite!"|
“A banda mais cool de Portugal.” – in Canal Q - Nuno Markl
“Decididos em recuperar o espírito dos primórdios do rock & roll, Os Tornados, 6 músicos do Porto, investem agora numa peça da época: um 7 polegadas em vinil com 4 temas vibrantes que serão também distribuídos gratuitamente através da internet. “Dinamite!” é o nome do disco editado pela própria editora da banda: a Bronca! Discos. Mais explosivos que nunca, Os Tornados na Portugália.” – in Antena 3 - Henrique Amaro
“A pop nem sempre é para todos. Mas de vez em quando, lá vem alguém lembrar que já o foi e que pode voltar a sê-lo. Feita à medida de quem coloca o prazer à frente do rótulo. E também de quem, vindo de outras eras, remata a audição de Chantays, Surfaris ou, mesmo, de Shadows com o lamento de que “já não se faz isto”. Sim, de rock puro e duro se trata. Sem corantes nem conservantes. Mas de uma variedade particular e de um tempo muito específico. Na verdade, a tão salutar quanto meteórica ação do sexteto do Porto evoca o período que mediou entre o rock´n´roll e o brit-beat. Ou seja: um mundo elétrico de guitarras à solta sem lugar para a ambiguidade... No grupo do Porto, conta sobretudo a intenção e, no fim, fica a prova irrefutável de savoir faire no mais importante: como tirar o máximo partido das ferramentas primitivas do rock (glorioso órgão incluído) e voltar a fazer deste uma aliciante realidade capaz de vencer a divisão fictícia e de se erguer acima do gosto pessoal.” – In Expresso – Ricardo Saló.
“A virtude d´Os Tornados, conforme se ouvia no álbum de estreia Twist do Contrabando, reside na combinação equilibrada de expansividade e rigor na recriação de um período específico do passado pop. Sem carregar no humor pateta, nem no kitsch... É o que volta a acontecer no novo EP, com destaque para o tema título…" In Time Out - Jorge Manuel Lopes
“Destacam-se o yé-yé d'Os Tornados, a banda de baile mais rock'n'roll que os anos 1960 portugueses não conheceram…" - In Ípsilon
“Ganhámos uma banda que nos permite perder num passado que já não volta, mas que vale a pena recordar de vez em quando. Vistam o vosso melhor fato, os Tornados vieram para ficar e mostram que não são uma banda de apenas uma longa, esta é a primeira curta – e é bastante recomendável.” – In Rua de Baixo
“En Limodre a música soa distinta. Un estilo inclasificable estableceu unha inexplicável conexión entre Os Tornados e o público. O que engancha de tocar no Felipop é a melodía e o sentimento, e por iso, o grupo de Porto logrou que às raparigas lle tremaran os “presuntos”. – In Radiofuson